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Especiais Infantis no Feirão do Vinil

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Especiais Infantis no Feirão do Vinil

 

Pergunte a qualquer pessoa com idade entre 40 e 50 anos quais as suas memórias de infância mais marcantes e, provavelmente, entre elas estarão os saudosos especiais infantis apresentados pela rede Globo entre o final dos anos 70 e início dos 80. Eram grandes produções, feitas exclusivamente para serem exibidos na grade da emissora, durantes as férias de fim de ano ou o dia das crianças, trazendo grandes composições, interpretadas por grandes nomes da canção brasileira e trazendo no elenco alguns dos maiores nomes do cast da Globo na época.

Todos os especiais infantis ganhavam suas versões em disco e estão disponíveis no Feirão do Vinil. Abaixo fazemos um apanhado dos mais importantes entre eles:

O programa “Vinícius para Crianças – Arca de Noé” ficou mais conhecido apenas como “Arca de Noé”, nome do disco infantil de Vinícius de Moraes que foi sua inspiração.

Em cada esquete, diferentes artistas interpretaram as canções de Vinícius. A apresentação ficou por conta da pequena Aretha, de seis anos, filha da cantora Vanusa.

Na mesma linha de “Arca de Noé”, “Plunct, plact zuuum” era um musical infantil. No programa, cinco crianças planejam fugir de casa para realizar seus sonhos. No caminho, conhecem um contador de histórias e embarcam em uma estranha nave espacial, onde vão viver suas aventuras.

Com a ajuda dos robôs Zip e Zap, a turma do grupo infantil “Balão Mágico”, Simony, Mike, Tob, Jairzinho e Fofão, constrói um grande balão para mostrar o Brasil para seu amigo alienígena, I.O., que chega à Terra disposto a levar o “espírito da criança eterna” para todos.

Diariamente no “Xou da Xuxa”, a rainha dos baixinhos, organizava um programa cheio de gincanas, disputas, brincadeiras, atrações musicais e desenhos, com a ajuda das Paquitas, do Dengue e do Praga.

O programa virou líder de audiência e transformou Xuxa em um ídolo de crianças de todo o país.

O Xou da Xuxa e os especiais de fim de ano protagonizados pela Rainha dos Baixinhos também marca o fim dos especiais infantis originais e escritos especificamente para o fim de ano ou abertura da programação de ano novo. A partir daí, as crianças praticamente perderam espaço na grade da emissora e o que sobrou foi a saudade que pode ser curada com as trilhas sonoras de todos eles que ainda podem ser encontrado no Feirão do Vinil, dentro de promoção de 5 reais cada.

 

 

Brazillian Soul no Feirão do Vinil

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Brazillian Soul no Feirão do Vinil

 

Não é porque a alma da musica popular brasileira esteja no samba que o Brasil não tem Soul. O gênero, surgido nos Estados Unidos em meados dos anos 1950, mistura da música gospel, rock and roll e o rhythm and blues, já tinha em Wilson Simonal e no Swing de Jorge Ben representantes oficiais do gênero nas terras tropicais, durante os anos 60.

Mas foi Tim Maia quem definitivamente incorporou a Soul Music à musica brasileira dando ao gênero um sotaque completamente tupiniquim e original.

Tim maia foi quem melhor compreendeu a musica Soul como, mais do que um ritmo, um manifesto da negritude, impulsionando o que viria a se tornar um verdadeiro chamado de ação afirmativa no que diz respeito ao orgulho afro no Brasil. Dessa forma, não é de todo exagero quando dizem que Tim é o equivalente na cultura nacional ao que foi James Brown na americana.

Tim Maia deu Soul à musica de seus ex-parceiros Roberto Carlos e Erasmo Carlos; compôs, gravou e produziu inúmeros hits e álbuns, todos hoje considerados clássicos, e foi mola propulsora da cultura dos bailes no Brasil.

Depois dele, a Soul Music Brasileira ou Brazillian Soul, como é conhecida e respeitada no exterior, ganhou inúmeros adeptos e diversos representantes, dentre os quais podemos destacar Cassiano, Hyldon, Tony Tornado, Cláudio Zoli, Sandra de Sá, Grupo Azymuth e muitos outros.

Tim Maia e todos os representantes da história da Soul Music Brasileira estão muito bem representados no acervo do Feirão do Vinil. Todos, incluindo muitos títulos raros, dentro da promoção de 5 reais a peça. Vale muito a pena conferir.

 

Moreira da Silva e o Samba de Breque no Feirão do Vinil

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Moreira da Silva e o Samba de Breque no Feirão do Vinil

 

Primeiro de Abril é considerado o dia mentira, mas mereceria muito bem ser O Dia do Malandro, afinal, foi nesta data que nasceu Moreira da Silva, o saudoso Kid Morengueira, em 1902.

 

Nascido da Tijuca mas criado no Salgueiro, só iniciou os estudos aos nove anos e abandonou logo aos onze, quando o pai faleceu. Foi empregado de fábricas, tecelagens e chofer de ambulância e motorista de táxi. Foi dirigindo seu taxi que fez amizade com Ismael Silva que, percebendo o potencial o rapaz, o incentivou a cantar.

Em 1931, a convite de Getúlio Marinho, estreou em disco, através da gravadora Odeon, com os cânticos de Umbanda Ererê e Rei de Umbanda. A partir daí não parou mais. Foi responsável por sucessos históricos do samba como Na Subida do Morro, Aceitei na Milhar, O Rei do Gatilho, Jogando com o Capeta, Fui a Paris e Amigo Urso, entre tantos outros.

Considerado o criador do samba de breque, na década de 60, foi o samba O Rei do Gatilho, de Miguel Gustavo, que lanço o personagem, um caubói que, como o Zorro americano, tinha por companheiro fiel um índio, o Kid Morengueira, que passou a ser o apelido que o acompanhou pelo resto da vida.

Em 1992, foi tema do enredo da escola de samba Unidos de Manguinhos. Em 1995 gravou “Os 3 Malandros In Concert” com Dicró e Bezerra da Silva, aos 93 anos de idade.

Participou do histórico disco de Chico Buarque de Holanda, a “Ópera do Malandro” de 1979, fazendo dueto com o próprio Chico.

Em 1996, foi tema do livro Moreira da Silva – O Último dos Malandros. Com 98 anos de idade, ainda se apresentava em shows.

O Feirão do Vinil possui boa parte da obra de Moreira da Silva em seu acervo. Tudo a cinco reais cada.

 

 

 

 

 

Musica Sertaneja Marca Presença no Feirão do Vinil

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Musica Sertaneja Marca Presença no Feirão do Vinil

 

Subgênero musical tradicional brasileiro, variação da também chamada de música caipira, o termo “sertanejo” diz respeito locais distantes, cidades do interior ou do sertão, onde o termo teria surgido.

Segundo historiadores, a primeira música sertaneja teria surgido em 1929, a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de “causos” e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiro, sudeste goiano e matogrosense. Pires acreditava profundamente em seu projeto, mas não teve o apoio que esperva da gravadora Columbia e decidiu lançar o trabalho por conta. Para sua surpresa, o disco foi um sucesso de vendas e praticamente deu início ao que viria a ser a musica sertaneja como a conhecemos hoje.

Assim como na música Country americana, uma gravadora que se interessou pela gravação desse trabalho foi a RCA-Victor que convidou o violeiro Mandy para montar um outro grupo intitulado Turma Caipira da Victor, nascendo uma concorrência sadia entre os dois grupos e as duas gravadoras.

Já com inúmeros adeptos e crescendo a cada ano mais e mais, na década de 20 começaram a surgir as primeiras duplas como Mariano e Caçula, Zico e Ferrinho, Sorocabinha e Mady, na maioria violeiros das turmas do Cornélio e da Víctor. Na década de 30 surge, sem dúvida, uma das mais importantes duplas sertanejas de todos os tempos (Alvarenga e Ranchinho) que além de tudo eram muito alegres e engraçados. Uma curiosidade sobre a dupla é que de tanta “descontração” foram presos pelo governo de Getúlio Vargas. E muitas outras duplas formaram-se, algumas trazendo a tristeza do sertanejo no peito, outras mostrando o lado alegre do caipira, etc.

No Ano de 1939 a dupla Raul Torres e Serrinha inovaram introduzindo na música sertaneja o violão. Mais para frente Raul Torres e Serrinha inovaram novamente criando o primeiro programa de rádio dedicado à música sertaneja, transmitido pela Rádio Record, com a participação de José Rielli, o programa chamava-se Três Batutas do Sertão.

Surgiram vários nomes importantes da música sertaneja e o movimento que até então era apenas do eixo São Paulo-Minas Gerais passou a se expandir por todo o país, nascendo influências regionais como as do Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco (Estado de Raul Torres), Mato Grosso, etc.

De lá pra cá, a gênero evoluiu e desenvolveu diversas subdivisões, revelando grandes vendedores de discos como Milinário e José Rico, Chitãozinho e Xororó, Christian e Ralf, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano e por ai vai.

O Feirão do Vinil possui uma vasta coleção de títulos, reunindo praticamente tudo o que se foi feito dentro na musica sertaneja até os dias de hoje. Tudo a 5 reais cada.

 

Feirão do Vinil – Esquina Cultural

Rua Quintino Bocaiuva, 309 – Sé

Tel. 3105-6714

 

 

Coleção Disquinho no Feirão do Vinil

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Coleção Disquinho no Feirão do Vinil

 

A clássica série de discos Coleção Disquinho foi lançada originalmente nos anos 1960, mas é quase impossível encontrar alguém que tenha sido criança nas duas décadas seguintes que não tenha ouvido um número ou vários da série e guarde a lembrança bem viva na memória.

Eram discos de vinil, formato compacto, trazendo historinhas cantadas e narradas, interpretadas pela banda que levava o nome Teatro Disquinho, com narração de Sônia Barreto. As canções eram compostas ou adaptadas por João de Barro e orquestradas por Radamés Gnattali.

Mas uma lembrança inesquecível, para qualquer um que algum dia teve contato com os famosos disquinhos era uma característica particular: os discos eram coloridos.

A coleção trazia uma verdadeira combinação de belas e conhecidas histórias do gosto das crianças, tanto de contos populares quanto contos de fadas clássicos como Branca de Neve e os Sete Anões, O Casamento da Dona Baratinha, Pinóquio, A Cigarra e a Formiga, Chapeuzinho Vermelho, O Patinho Feio, O Gato de Botas, Festa no Céu e muitos outros temas.

Todos narrados e interpretados de forma a prender a atenção dos pequenos e, o que não se vê hoje em dia, tendo como pano de fundo uma ótima música e excelente sonoplastia.

Antes de deixar de ser editada, a coleção Disquinho também lançou dois outros segmentos Festas de São João, com canções que animavam as festas juninas; Cantigas de Ninar e Cantigas de Roda.

O Feirão do Vinil conta em seu acervo com uma infinidade de itens da saudosa coleção Disquinho. Todos dentro da promoção imperdível de 5 reais cada.

 

 

Feirão do Vinil – Esquina Cultural

Rua Quintino Bocaiuva, 309 – Sé

Tel. 3105-6714

 

 

Um novo lote de Cds chega ao Feirão do Vinil

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Um novo lote de Cds chega ao Feirão do Vinil

 

O Feirão do Vinil que já contava com um acervo de mais de 11 mil CDs acaba de receber um novo lote de mais de 7 mil títulos. A promoção continua, com cada peça a 5 reais e desconto nas compra acima de 40 reais.

Entre títulos nacionais e importados, estão variados artistas de todos os segmentos musicais, indo do rock à MPB, do Samba ao Jazz, da musica eletrônica ao clássico e erudito.

São artistas como a Banda de Pífanos da Caruaru, RPM, Elis Regina, Titãs, Skank, Roberto Carlos, Duke Ellington, Nirvana, Elvis Costello, Oasis, The Smiths, The Cure, Thelonius Monk, Marisa Monte, Gal Costa, Doces Bárbaros, Caetano Veloso e etc.

A grande variedade de estilos e áreas da musica também vai de gravações ao vivo, Temas de novelas, trilhas sonoras de filmes, encontros especiais e parcerias, além de muitos artistas em execução acústica.

Ainda chamando a atenção de muitos colecionadores, os Compact Discs são um verdadeiro prazer para os amantes da mídia, que, no Feirão do Vinil, encontrarão um verdadeiro Paraíso dos disquinhos digitais, em excelente estado e a preços baixíssimos.

Feirão do Vinil – Esquina Cultural

Rua Quintino Bocaiuva, 309 – Sé

Tel. 3105-6714

 

 

Conde e Drácula – Sertanejo no Feirão do Vinil

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Conde e Drácula

 

Poderia ser num universo paralelo onde Inezita Barroso discotecava no porão do Madame Satã uma set list que ia de Christian Death a Christian e Ralf, mas foi aqui mesmo, na mesma realidade em que estamos que numa noite sombria de 1974, saiu o disco da dupla sertaneja mais gótica da MPB. Seu nome: Conde & Drácula.

Com a sonoridade típica dos mestres violeiros que entoavam canções de amor, dor de cotovelo, tragédias de estradas na dura profissão de caminhoneiro da época, a dupla, no entanto, se destacava por escolher temas nunca antes explorados pelo universo sertanejo. Travestidos como o personagem de Bram Stoker de quem tomaram o nome emprestado, inspiravam-se no universo sombrio dos contos de terror de Lovecraft e Poe. Inclusive, gravaram uma excelente adaptação roceira do clássico poema “O Corvo”, que aparece no único álbum gravado pela dupla, assim como outros petardos como: “A noite dos Vampiros”, “Véu de Noiva” e “Bruxa Feiticeira”.

Disco para guardar e não emprestar a ninguém. Afinal, não tem como não gostar de quem RIMA QUIABO COM DIABO!

Charles Mingus – Jazz no Feirão do Vinil

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Charles Mingus – Jazz no Feirão do Vinil

 

Em 1957, Orval E. Fabous, então governador do Arkansas, protagonizou um dos mais medonhos atos de intolerância racial. Atendendo às políticas que começavam a dar passos em direção ao fim da segregação racial nos Estados Unidos, crianças negras finalmente puderam estudar com os brancos nos colégios antes segregacionistas. Inimigo das mudanças, Fabous convocou a Guarda Nacional para que cercasse a Little Rock High School e impedisse que os primeiros nove adolescentes negros aceitos na escola entrassem para seu primeiro dia de aula.

A historia ganhou repercussão e acirrou ainda mais os ânimos naqueles tempos explosivos e, ao lado do caso Rosa Parks, presa por se recusar a ceder seu lugar num ônibus a um passageiro branco – acredite estava na lei que um negro era obrigado a fazê-lo –, é uma das fagulhas que deram início ao incêndio de fúria e violência que marcaria a luta pelos direitos civis no país, na década seguinte. Também foi a inspiração para que Charles Mingus compusesse “Fables of Fabous”, exemplo da munição do artista quando bravo.

ARTilharia pesada, grito de inconformismo e exemplo da música popular sendo mais do que arte ou entretenimento. A letra já traz tudo o que rap seria – ou, pelo menos, foi quando o gênero ainda guardava nas veias atitude. Gravada em 1959, no álbum “Mungus Ah Um”, os vocais foram suprimidos por ordem da gravadora Columbia, ofendida com os versos “He´s a fool! Boo! Nazis, Fascist, Suprimist! Boo! Ku Klux Klan with your Jam Crow Plan” ou “Fabous, Rockefeller, Eisenhower/Why are they so sick and ridiculous?”, e a faixa foi lançada em versão instrumental.

Charles Mingus e outros heróis e vilões do Jazz estão no Feirão do Vinil. Tudo por apenas 5 reais a peça e com descontos em compras a partir de 40 reais. Venha conferir…

DVDs de Animações Clássicas da Disney com Estojo branco.

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DVDs de Animações Clássicas da Disney com Estojo branco.

 

No universo dos colecionadores, entre os fanáticos por animações, há um grupo específico dedicado a colecionar DVDs da Disney. Mas não qualquer DVD da Disney, mas primeiras edições de títulos clássicos, em longa ou curta metragem, com o estojo branco.

Praticamente todos os títulos são colecionáveis, mas os mais procurados são os títulos mais antigos como “Alô amigos”, “Você já foi a Bahia?”, “A Bela Adormecida”, “Alice no País das Maravilhas”, “Branca de Neve e os Sete Anões”, “Bambi”, “A Dama e o Vagabundo”, “Tempo de melodia” e “Fantasia”, além de coleções de curtas e também o adorado “Fábulas Disney”.

O Feirão do Vinil da Quintino Bocaiuva conte em seu acervo diversas dessas preciosidades e – para a alegria dos fãs – muito bem preservados e ainda embalados em seus estojos brancos.

São títulos como os já citados acima, além de outros inesquecíveis como “Mogli, o menino Lobo”, “O Rei Leão”, “Alladin”, “A Bela e a Fera”, “Procurando Nemo” “A Pequena Sereia”, “Carros”, “Toy Story” e muitos outros. Todos a um preço muito acessível.

Jelly Roll Morton – Jazz no Feirão do Vinil

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Jelly Roll Morton – Jazz no Feirão do Vinil

 

Ferdinand Joseph LaMothe, o grande Jelly Roll Morton, decidiu trabalhar como cafetão aos 16 anos. Arranjou emprego em um prostíbulo popular de New Orleans, graças ao seu talento no manejo de dois instrumentos: a navalha e o piano.

Gostava de botar banca de que o Jazz seria uma invenção totalmente sua. É claro que, nem mesmo ele, acreditava nisso. Todo gênero popular nasce de diversas experiências, junções e se desenvolve através de um processo de criação coletiva. No caso do Jazz, Jelly Roll é, certamente, um dos muitos pais do gênero, não seu criador!

Mas Jelly Roll estava lá e sabia como ninguém contar a história. Jass era escrito com “S”, pois nasceu nos ambientes freqüentados por marginais e prostitutas. O “J” é de jasmim, o perfume preferido das damas da noite e ASS é exatamente o que você está pensando, segundo o próprio em mais de um depoimento. Segundo ele e outros dos primeiros músicos do gênero, a grafia com “Z” foi coisa dos brancos para afastar a conotação sexual.

Mesmo depois de alcançar respeito e dar início a uma carreira com a ascensão do gênero que ajudou a inventar, vivia se metendo em encrencas, não perdendo a oportunidade de se meter em uma briga. Não tenho dúvidas que, caso alguém lhe dissesse que o Jazz agora era branco na poesia e negro no coração, quebraria a cara do sujeito!

Jelly Roll Morton e outros imortais do Jazz estão no Feirão do Vinil em LPs, compactos, CD e todos os demais formatos. Tudo dentro da promoção de 5 reais a peça e descontos em compras a partir de 40 reais.