Category: Brega


Um novo lote de Cds chega ao Feirão do Vinil

By Feirão do Vinil,

 

 

Um novo lote de Cds chega ao Feirão do Vinil

 

O Feirão do Vinil que já contava com um acervo de mais de 11 mil CDs acaba de receber um novo lote de mais de 7 mil títulos. A promoção continua, com cada peça a 5 reais e desconto nas compra acima de 40 reais.

Entre títulos nacionais e importados, estão variados artistas de todos os segmentos musicais, indo do rock à MPB, do Samba ao Jazz, da musica eletrônica ao clássico e erudito.

São artistas como a Banda de Pífanos da Caruaru, RPM, Elis Regina, Titãs, Skank, Roberto Carlos, Duke Ellington, Nirvana, Elvis Costello, Oasis, The Smiths, The Cure, Thelonius Monk, Marisa Monte, Gal Costa, Doces Bárbaros, Caetano Veloso e etc.

A grande variedade de estilos e áreas da musica também vai de gravações ao vivo, Temas de novelas, trilhas sonoras de filmes, encontros especiais e parcerias, além de muitos artistas em execução acústica.

Ainda chamando a atenção de muitos colecionadores, os Compact Discs são um verdadeiro prazer para os amantes da mídia, que, no Feirão do Vinil, encontrarão um verdadeiro Paraíso dos disquinhos digitais, em excelente estado e a preços baixíssimos.

Feirão do Vinil – Esquina Cultural

Rua Quintino Bocaiuva, 309 – Sé

Tel. 3105-6714

 

 

Promoção do Feirão do Vinil dá descontos e oferece discos a 2 reais.

By Feirão do Vinil,

 

 

Promoção do Feirão do Vinil dá descontos e oferece discos a 2 reais.

 

Deu a louca no Feirão do Vinil! Além de oferecer álbuns e compactos de vinil, CDs, DVDs e outros formatos, mesmo raros e importados, a apenas 5 reais a peça, a loja agora também está promovendo uma série de descontos e promoções.

Agora, a cada 40 reais em compra os clientes da loja ganham um desconto de 5 reais, que o comprador pode investir na aquisição de mais um vinil, CD ou DVD, enriquecendo ainda mais sua coleção.

Mas não é só isso. O Feirão do Vinil também acaba de inaugurar uma seção de discos em promoção a 2 reais a peça.

Imperdível para colecionadores e aficionados por música.

 

Feirão do Vinil – Esquina Cultural

Rua Quintino Bocaiuva, 309 – Sé

Tel. 3105-6714

O Fino do Brega

By Feirão do Vinil,

O Fino do Brega

Subgênero que divide opiniões dentro do universo da musica popular brasileira, a musica dita brega teve várias fases do início do século vinte pra cá e parece distante de perder sua longevidade. O termo, segundo alguns especialistas teria surgido em prostíbulos nordestinos e designaria a musica popular de versos fáceis, melodias simples e letras com temática ingênua e extremamente popular que pode abordar da traição conjugal, a viuvez, o alcoolismo, a morte de um ente querido e até o assassinato por vingança.
As origens do gênero remetem aos anos 30 de Vicente Celestino e suas trágicas canções em forma de opereta: O Ébrio (música-tema do torturado filme estrelado por ele e dirigido por sua mulher, Gilda de Abreu) e Coração Materno (gravada por Caetano Veloso no auge da Tropicália, pouco tempo antes da morte de Vicente).
Tal estética seguiria nos anos vindouros, através do samba-canção e do bolero, revelando novos nomes e grande sucessos de artistas como Orlando Dias (viúvo que desafogava a emoção no palco, acenando com o lenço branco para o público), Silvinho (de Esta Noite Eu Queria que o Mundo Acabasse e Mulher Governanta), Nelson Gonçalves (A Volta do Boêmio), Anísio Silva, Altemar Dutra (abastecido pela dupla de compositores Jair Amorim e Evaldo Gouveia, de Que Queres Tu de Mim?), Waldick Soriano, (Eu Não Sou Cachorro Não), Adilson Ramos (Sonhar Contigo), Agnaldo Timóteo, Nelson Ned, Agnaldo Rayol e Lindomar Castilho. Mesmo Teixeirinha, cantor e compositor dedicado à música tradicional gaúcha, obteve sua inscrição nesse clube ao gravar em 1960 a dramática Coração de Luto, uma narração da morte da sua progenitora.
Com o sucesso da Jovem Guarda nos anos 60 a musica brega ganhou nova roupagem pelas levadas de guitarra e as letras de romantismo primário, músicos de todo o país resolveram embarcar naquela onda. Em Recife, apareceu Reginaldo Rossi, líder da banda The Silver Jets, com a qual chegou a participar de alguns programas da Jovem Guarda. Seu primeiro sucesso em carreira solo foi O Pão, que abriu caminho para uma série de outras músicas com estilo muito próprio, que o tornaram um dos artistas mais populares do Nordeste a partir do começo dos anos 70: Mon Amour Meu Bem, Ma Femme (que teve mais de 50 regravações), a A Raposa e as Uvas e O Rock Vai Voltar, entre outras. Rossi tornou-se o contraponto nordestino para Roberto Carlos, apropriando-se do título do companheiro de movimento: Rei. No fim dos anos 90, sua Garçon, clássico da música de corno, transformou-o subitamente em sensação no Sudeste, ajudando a detonar uma onda de reavaliação do brega, com direito inclusive a um disco-tributo pela geração roqueira do mangue beat: Reginaldo Rossi (1999).
Seguindo Reginaldo Rossi, outros cantores passaram a disputar a atenção do público de classes sociais menos abastadas no começo dos anos 70. Em especial, Odair José, de canções como Pare de Tomar a Pílula e Eu Vou Tirar Você Desse Lugar, que chegou a cantar em dueto com Caetano Veloso no festival Phono 73. Tematizando as alegrias e tragédias de uma população de migrantes nordestinos, outros artistas como Amado Batista (O Lixeiro e a Empregada, O Acidente), Fernando Mendes (Cadeira de Rodas), Evaldo Braga (Sorria, Sorria) e Almir Rogério (Fuscão Preto) também garantiram grandes vendagens de discos. Uma versão mais moderna do que viria a ser considerada como brega daria as caras na segunda metade dos anos 70, capitaneada por Sidney Magal (de Sandra Rosa Madalena e O Meu Sangue Ferve por Você) e Gretchen (Melô do Piripipi, Conga La Conga). No lugar do embalo da Jovem Guarda, entrou a influência da discoteque e do pop dançante em voga da época, com uma grande ênfase em danças e gestos sensuais (no limite do vulgar, diriam alguns). O romantismo e seus arroubos também seguiram em alta, em trabalhos como o da paraguaia Perla (que vertia para o português canções do grupo sueco Abba) e a dupla Jane & Herondi.
O Feirão do Vinil conta com um acervo gigantesco de LPs e Compactos, muitos dele raros, de praticamente todos os artistas e todas as fases do brega.