Category: Anos 70


Promoção do Feirão do Vinil dá descontos e oferece discos a 2 reais.

By Feirão do Vinil,

 

 

Promoção do Feirão do Vinil dá descontos e oferece discos a 2 reais.

 

Deu a louca no Feirão do Vinil! Além de oferecer álbuns e compactos de vinil, CDs, DVDs e outros formatos, mesmo raros e importados, a apenas 5 reais a peça, a loja agora também está promovendo uma série de descontos e promoções.

Agora, a cada 40 reais em compra os clientes da loja ganham um desconto de 5 reais, que o comprador pode investir na aquisição de mais um vinil, CD ou DVD, enriquecendo ainda mais sua coleção.

Mas não é só isso. O Feirão do Vinil também acaba de inaugurar uma seção de discos em promoção a 2 reais a peça.

Imperdível para colecionadores e aficionados por música.

 

Feirão do Vinil – Esquina Cultural

Rua Quintino Bocaiuva, 309 – Sé

Tel. 3105-6714

O Revival das fitas K7 no Feirão do Vinil

By Feirão do Vinil,

 

 

O Revival das fitas K7 no Feirão do Vinil

 

Quem tem 30 anos ou mais ainda deve se lembrar do prazer que era gravar uma compilação de suas canções prediletas para ouvir no caminho do trabalho, escola, faculdade ou, mais ainda, presentear alguém, numa fita K7. Muito antes dos meios digitais de compactar musicas em mp3 e dos gadgets e smartphones com capacidade de guardar toda uma discoteca, era através das famosas fitinhas – para ouvir no toca-fitas do carro ou em com seus fones de ouvido, ligados a um walkman – que se encontrava a maneira de ouvir musica com mobilidade, fora de casa.

A fita cassete ou compact cassette é um padrão de fita magnética para gravação de áudio lançado oficialmente em 1963, invenção da empresa holandesa Philips. Também é abreviado como K7.

O cassete era constituído basicamente por 2 carretéis, a fita magnética e todo o mecanismo de movimento da fita alojados em uma caixa plástica, isto facilitava o manuseio e a utilização permitindo que a fita fosse colocada ou retirada em qualquer ponto da reprodução ou gravação sem a necessidade de ser rebobinada como as fitas de rolo. Com um tamanho de 10 cm x 7 cm, a caixa plástica permitia uma enorme economia de espaço e um excelente manuseio em relação às fitas tradicionais.

O audiocassete ou fita cassete foi uma revolução difundindo tremendamente a possibilidade de se gravar e se reproduzir som. No início, a pequena largura da fita e a velocidade reduzida (para permitir uma duração de pelo menos 30 minutos por lado) comprometiam a qualidade do som, mas recursos tecnológicos foram sendo incorporados ao longo do tempo tornando a qualidade bastante razoável. Recursos como: novas camadas magnéticas (Low Noise, Cromo, Ferro Puro e Metal), cabeças de gravação e reprodução de melhor qualidade nos aparelhos e filtros (Dolby Noise Reduction) para redução de ruídos.

Os primeiros gravadores com áudio cassete da Philips já eram portáteis, mas no final dos anos 70 com a invenção do walkman pela Sony, um reprodutor cassete super compacto de bolso com fones de ouvido, houve a explosão do som individual.

Talvez por conta do momento revisionista em que vivemos. Talvez por influência da cultura pop – Peter Quill, personagem da série Os Guardiões da Galáxia da Marvel fazendo muito sucesso nos cinemas –, certo que nos últimos anos, as saudosas fitas k7 vem sendo resgatadas por muita gente e adquirindo mais adeptos a sua legião de colecionadores fiéis.

Para os fãs das famosas fitas k7, o Feirão do vinil possui uma vasta galeria de fitas dos mais variados artistas e gêneros. Para eles e também para os que querem entrar no universo dos colecionadores de k7, comunidade que só cresce em todo o mundo, uma passada em nossa loja é indispensável.

 

 

 

Carnaval no Feirão do Vinil – Sambas de Enredo

By Feirão do Vinil,

Sambas enredo das escolas de samba de todos os carnavais

 

Um dos grandes filões do mercado fonográfico brasileiro sempre foram os discos contendo os sambas enredo das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e São Paulo. Não é de se estranhar que, dentre os colecionadores de álbuns de vinil, as coletâneas anuais, lançadas desde os carnavais de final dos anos 1960, os aficionados pelo tema só cresçam.

O primeiro samba-enredo gravado foi “Exaltação a Tiradentes”, de Fernando Barbosa Júnior e Mano Décio da Viola, Estanislau Silva e Penteado, pelo cantor Roberto Silva, com o título reduzido para simplesmente “Tiradentes”, para o Carnaval de 1955, mas obteve pouca repercussão. O samba tinha sido apresentado pela Império Serrano, originalmente em 1949.

Em 1967, o samba-enredo da Mangueira “O Mundo Encantado de Monteiro Lobato” fez sucesso por todo o Brasil, em gravação de Eliana Pittman, estimulando o lançamento do primeiro álbum de sambas-enredo, que reunia todos os sambas do ano, em 1968, intitulado “Festival do Samba”.

De lá pra cá, os discos de contendo as melhores composições que embalaram os desfiles na avenida e se tornaram parte da memória afetiva dos que viveram aqueles carnavais se tornaram obrigatórios para quem costumava decorar o tema da escola de seu coração para cantar na avenida e guardá-lo para audições pós –carnavalescas.

O Feirão do Vinil oferece uma grande quantidade de álbuns originais, em ótimo estado de conservação de todos os carnavais e de diversas localidades do país ao preço de 5 reais cada.

 

 

 

 

Discos Marcus Pereira no Feirão do Vinil

By Feirão do Vinil,

 

 

Discos Marcus Pereira, o primeiro selo independente brasileiro

 

Chega a ser irônico que o primeiro projeto contrário à produção musical com olhos apenas para os ditames da produção mercadologia no Brasil tenha vindo justamente de um publicitário. Embora não tivesse uma ligação direta com a música – não tocava nenhum instrumento –, o empresário Marcus Pereira veio a ser tornar um dos principais e mais importantes agitadores culturais e incentivadores da musica popular e regional do país, como idealizador e fundador da gravadora que levava o seu nome e inaugura a história dos selos independentes brasileiros.

A história da Discos Marcus Pereira remete à segunda metade dos anos 1960, com o país em polvorosa, sob os ditames de um governo de exceção da ditadura civil-militar, quando, em parceria com seu amigo, o músico Luis Carlos Paraná, Marcus Pereira inaugurou em São Paulo o bar Jogral. Reduto de jornalistas, intelectuais e artistas que se encontravam para ouvir o que eles consideravam a verdadeira música popular brasileira, em contraste com o momento da Jovem Guarda, que tinha inspiração no exterior. No ano seguinte, Marcus Pereira decidiu gravar um disco como presente de final de ano para os clientes de sua agência de publicidade. O disco foi financiado pela FINASA, empresa que fazia parte das contas de sua agência de publicidade fez muito sucesso e foi objeto de críticas positivas, apesar da circulação e tiragem limitadas.

O primeiro disco de Marcus Pereira surgiu com a gravação de canções de Paulo Vanzolini, freqüentador do Jogral, com o LP “Onze sambas e uma capoeira”, que veio a ser o embrião da Discos Marcus Pereira, que se dedicou ao resgate das manifestações musicais do Brasil.

O disco foi gravado em outubro de 1967 e contava com arranjos de Toquinho, então desconhecido. Em 1968, também com o intuito de distribuí-lo como brinde de final de ano, o empresário produziu, com patrocínio do Jogral e sob selo do Jogral o disco “Brasil, flauta, cavaquinho e violão”, que viria a se tornar o embrião da produção do futuro selo Discos Marcus Pereira, que valorizaria de maneira inédita a musica regional produzida no Brasil.

Apaixonado pela música brasileira e em resposta ao que considerava a dominação do cenário musical brasileiro pelas indústrias multinacionais, bem como com a descaracterização da música popular brasileira pela excessiva influência e imitação de grupos estrangeiros, Marcus Pereira deixou sua bem sucedida agência de publicidade e se dedicou totalmente à música. Em 1973, com a morte de Luís Carlos Paraná, adquiriu a totalidade do Jogral e fundou a Discos Marcus Pereira.

Ao longo de seus quinze anos de existência a Discos Marcus Pereira construiu um catálogo de mais de 140 títulos. Lançou nomes como Cartola, Donga, Banda de Pífanos de Caruaru, Quinteto Armorial, entre outros, e ajudou a impulsionar a música regional brasileira em coletâneas como Música popular do Nordeste (1973), Música popular do Centro-Oeste e Sudeste (1974), Música popular do Sul (1975) e Música popular do Norte (1976), além de coletâneas com os sambas-enredo das escolas de samba do Rio de Janeiro e São Paulo.

No Feirão do Vinil, muitas das obras lançadas pela Discos Marcus Pereira estão disponíveis para aquisição, todas em ótimo estado e pelo preço de 5 reais a peça.

Consumido por problemas pessoais e financeiros diversos, Marcus Pereira cometeu suicídio em 1981, mas seu legado e sua importância para nossa música permanecerão eternos.

 

Musica Disco no Feirão do Vinil

By Feirão do Vinil,

 

A Musica Disco Vive no Feirão do Vinil

 

No início dos anos 1970 uma explosão de vida, embalada por linhas de baixo pulsante como o funk, percussão quebrada e riffs de guitarras soul, carregados de arranjos dos recém-chegados primeiros sintetizadores e passos de dança de cair o queixo tomaram de assalto as pistas de dança do mundo. Sem um berço certo para detectar sou verdadeira maternidade, a Disco Music ou como é conhecida no Brasil, Musica Disco, tem como principais focos de início os clubes noturnos alternativos de Chigago, Nova Iorque e Filadéfia, se espalhando por todos os Estados Unidos e depois para o resto do mundo em pouco tempo.

A partir daí, o gênero e o estilo de vida se espalhou, contaminando absolutamente toda a indústria cultural global. Da cultura alternativa dos clubes alternativos citados acima até o lendário Studio 54 e o sucesso de bilheteria de Embalos de Sábado à Noite, com o galã John Travolta e a trilha sonora do Bee Gees, foram poucos anos. E logo países como o Brasil também teriam sua parcela na história da Disco Music, com discotecas locais badaladas, sucessos televisivos, como a novela Dancin´Days, e até artistas celebrados como As Frenéticas e Lady Zu, para ficarmos em apenas algumas delas.

A Disco Music praticamente inaugura o advento social da cultura dos clubes noturnos. Mas vai muito além, se tornando uma verdadeira revolução dentro da cultura pop, abocanhando participações não só na indústria fonográfica como também na indústria televisiva, cinematográfica, moda e afins. Mas o grande papel que a Disco Music ainda domina em nosso imaginário coletivo pop, certamente, está na musica e na cultura dos clubes. E, no que dize respeito à musica, o Feirão do Vinil possui tudo o que os fãs da Disco ou Discoteque pode querer.

Além de coletâneas, trilhas sonoras e filmes e novelas, como a já citada Dancin´Days e o tema de Embalos de Sábado à Noite, também possuímos diversos compactos com os hits da época, além de coletâneas e título dos artistas e grupos como Village People, Santa Esmeralda, Bee Gees, As Frenéticas, Lady Zu e muito, muito mais.

Tudo ao preço de 5 reais o disco.