Category: Anos 60


Promoção do Feirão do Vinil dá descontos e oferece discos a 2 reais.

By Feirão do Vinil,

 

 

Promoção do Feirão do Vinil dá descontos e oferece discos a 2 reais.

 

Deu a louca no Feirão do Vinil! Além de oferecer álbuns e compactos de vinil, CDs, DVDs e outros formatos, mesmo raros e importados, a apenas 5 reais a peça, a loja agora também está promovendo uma série de descontos e promoções.

Agora, a cada 40 reais em compra os clientes da loja ganham um desconto de 5 reais, que o comprador pode investir na aquisição de mais um vinil, CD ou DVD, enriquecendo ainda mais sua coleção.

Mas não é só isso. O Feirão do Vinil também acaba de inaugurar uma seção de discos em promoção a 2 reais a peça.

Imperdível para colecionadores e aficionados por música.

 

Feirão do Vinil – Esquina Cultural

Rua Quintino Bocaiuva, 309 – Sé

Tel. 3105-6714

O Revival das fitas K7 no Feirão do Vinil

By Feirão do Vinil,

 

 

O Revival das fitas K7 no Feirão do Vinil

 

Quem tem 30 anos ou mais ainda deve se lembrar do prazer que era gravar uma compilação de suas canções prediletas para ouvir no caminho do trabalho, escola, faculdade ou, mais ainda, presentear alguém, numa fita K7. Muito antes dos meios digitais de compactar musicas em mp3 e dos gadgets e smartphones com capacidade de guardar toda uma discoteca, era através das famosas fitinhas – para ouvir no toca-fitas do carro ou em com seus fones de ouvido, ligados a um walkman – que se encontrava a maneira de ouvir musica com mobilidade, fora de casa.

A fita cassete ou compact cassette é um padrão de fita magnética para gravação de áudio lançado oficialmente em 1963, invenção da empresa holandesa Philips. Também é abreviado como K7.

O cassete era constituído basicamente por 2 carretéis, a fita magnética e todo o mecanismo de movimento da fita alojados em uma caixa plástica, isto facilitava o manuseio e a utilização permitindo que a fita fosse colocada ou retirada em qualquer ponto da reprodução ou gravação sem a necessidade de ser rebobinada como as fitas de rolo. Com um tamanho de 10 cm x 7 cm, a caixa plástica permitia uma enorme economia de espaço e um excelente manuseio em relação às fitas tradicionais.

O audiocassete ou fita cassete foi uma revolução difundindo tremendamente a possibilidade de se gravar e se reproduzir som. No início, a pequena largura da fita e a velocidade reduzida (para permitir uma duração de pelo menos 30 minutos por lado) comprometiam a qualidade do som, mas recursos tecnológicos foram sendo incorporados ao longo do tempo tornando a qualidade bastante razoável. Recursos como: novas camadas magnéticas (Low Noise, Cromo, Ferro Puro e Metal), cabeças de gravação e reprodução de melhor qualidade nos aparelhos e filtros (Dolby Noise Reduction) para redução de ruídos.

Os primeiros gravadores com áudio cassete da Philips já eram portáteis, mas no final dos anos 70 com a invenção do walkman pela Sony, um reprodutor cassete super compacto de bolso com fones de ouvido, houve a explosão do som individual.

Talvez por conta do momento revisionista em que vivemos. Talvez por influência da cultura pop – Peter Quill, personagem da série Os Guardiões da Galáxia da Marvel fazendo muito sucesso nos cinemas –, certo que nos últimos anos, as saudosas fitas k7 vem sendo resgatadas por muita gente e adquirindo mais adeptos a sua legião de colecionadores fiéis.

Para os fãs das famosas fitas k7, o Feirão do vinil possui uma vasta galeria de fitas dos mais variados artistas e gêneros. Para eles e também para os que querem entrar no universo dos colecionadores de k7, comunidade que só cresce em todo o mundo, uma passada em nossa loja é indispensável.

 

 

 

Carnaval no Feirão do Vinil – Sambas de Enredo

By Feirão do Vinil,

Sambas enredo das escolas de samba de todos os carnavais

 

Um dos grandes filões do mercado fonográfico brasileiro sempre foram os discos contendo os sambas enredo das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e São Paulo. Não é de se estranhar que, dentre os colecionadores de álbuns de vinil, as coletâneas anuais, lançadas desde os carnavais de final dos anos 1960, os aficionados pelo tema só cresçam.

O primeiro samba-enredo gravado foi “Exaltação a Tiradentes”, de Fernando Barbosa Júnior e Mano Décio da Viola, Estanislau Silva e Penteado, pelo cantor Roberto Silva, com o título reduzido para simplesmente “Tiradentes”, para o Carnaval de 1955, mas obteve pouca repercussão. O samba tinha sido apresentado pela Império Serrano, originalmente em 1949.

Em 1967, o samba-enredo da Mangueira “O Mundo Encantado de Monteiro Lobato” fez sucesso por todo o Brasil, em gravação de Eliana Pittman, estimulando o lançamento do primeiro álbum de sambas-enredo, que reunia todos os sambas do ano, em 1968, intitulado “Festival do Samba”.

De lá pra cá, os discos de contendo as melhores composições que embalaram os desfiles na avenida e se tornaram parte da memória afetiva dos que viveram aqueles carnavais se tornaram obrigatórios para quem costumava decorar o tema da escola de seu coração para cantar na avenida e guardá-lo para audições pós –carnavalescas.

O Feirão do Vinil oferece uma grande quantidade de álbuns originais, em ótimo estado de conservação de todos os carnavais e de diversas localidades do país ao preço de 5 reais cada.

 

 

 

 

Discos Marcus Pereira no Feirão do Vinil

By Feirão do Vinil,

 

 

Discos Marcus Pereira, o primeiro selo independente brasileiro

 

Chega a ser irônico que o primeiro projeto contrário à produção musical com olhos apenas para os ditames da produção mercadologia no Brasil tenha vindo justamente de um publicitário. Embora não tivesse uma ligação direta com a música – não tocava nenhum instrumento –, o empresário Marcus Pereira veio a ser tornar um dos principais e mais importantes agitadores culturais e incentivadores da musica popular e regional do país, como idealizador e fundador da gravadora que levava o seu nome e inaugura a história dos selos independentes brasileiros.

A história da Discos Marcus Pereira remete à segunda metade dos anos 1960, com o país em polvorosa, sob os ditames de um governo de exceção da ditadura civil-militar, quando, em parceria com seu amigo, o músico Luis Carlos Paraná, Marcus Pereira inaugurou em São Paulo o bar Jogral. Reduto de jornalistas, intelectuais e artistas que se encontravam para ouvir o que eles consideravam a verdadeira música popular brasileira, em contraste com o momento da Jovem Guarda, que tinha inspiração no exterior. No ano seguinte, Marcus Pereira decidiu gravar um disco como presente de final de ano para os clientes de sua agência de publicidade. O disco foi financiado pela FINASA, empresa que fazia parte das contas de sua agência de publicidade fez muito sucesso e foi objeto de críticas positivas, apesar da circulação e tiragem limitadas.

O primeiro disco de Marcus Pereira surgiu com a gravação de canções de Paulo Vanzolini, freqüentador do Jogral, com o LP “Onze sambas e uma capoeira”, que veio a ser o embrião da Discos Marcus Pereira, que se dedicou ao resgate das manifestações musicais do Brasil.

O disco foi gravado em outubro de 1967 e contava com arranjos de Toquinho, então desconhecido. Em 1968, também com o intuito de distribuí-lo como brinde de final de ano, o empresário produziu, com patrocínio do Jogral e sob selo do Jogral o disco “Brasil, flauta, cavaquinho e violão”, que viria a se tornar o embrião da produção do futuro selo Discos Marcus Pereira, que valorizaria de maneira inédita a musica regional produzida no Brasil.

Apaixonado pela música brasileira e em resposta ao que considerava a dominação do cenário musical brasileiro pelas indústrias multinacionais, bem como com a descaracterização da música popular brasileira pela excessiva influência e imitação de grupos estrangeiros, Marcus Pereira deixou sua bem sucedida agência de publicidade e se dedicou totalmente à música. Em 1973, com a morte de Luís Carlos Paraná, adquiriu a totalidade do Jogral e fundou a Discos Marcus Pereira.

Ao longo de seus quinze anos de existência a Discos Marcus Pereira construiu um catálogo de mais de 140 títulos. Lançou nomes como Cartola, Donga, Banda de Pífanos de Caruaru, Quinteto Armorial, entre outros, e ajudou a impulsionar a música regional brasileira em coletâneas como Música popular do Nordeste (1973), Música popular do Centro-Oeste e Sudeste (1974), Música popular do Sul (1975) e Música popular do Norte (1976), além de coletâneas com os sambas-enredo das escolas de samba do Rio de Janeiro e São Paulo.

No Feirão do Vinil, muitas das obras lançadas pela Discos Marcus Pereira estão disponíveis para aquisição, todas em ótimo estado e pelo preço de 5 reais a peça.

Consumido por problemas pessoais e financeiros diversos, Marcus Pereira cometeu suicídio em 1981, mas seu legado e sua importância para nossa música permanecerão eternos.

 

Pictures Discs no Feirão do Vinil

By Feirão do Vinil,

 

 

A Beleza dos Picture Discs

 

Produto destinado aos colecionadores e fãs mais assíduos, dispostos a pagar um pouco mais por uma peça diferenciada da obra de seu artista preferido, as Picture Discs continuam seduzindo e conquistando admiradores no mundo inteiro até os dias atuais.

Vinil transparente, trazendo imagens inseridas no interior, sob a face tocável do disco, as disco pictures ganharam notoriedade a partir dos anos 1970, mas sua origem vem de muito antes disso. Já em 1900, o compacto de sete polegadas lançado pela Gramophne canadense trazia em sua superfície a imagem do famoso cãozinho, ao lado de um gramofone, que se tornou icônico como símbolo da RCA Victor.

Os primeiros Picture Discs da era moderna remetem aos anos 70 e a arte produzida para o álbum Airconditioning (1971) do psicodélico Curved Air é a pedra fundamental. O disco chegou a ganhar o prêmio de melhor conceito visual e arte de capa na edições de melhores do ano do semanário musical New Musical Express (NME) no ano de seu lançamento.

De lá pra cá, a arte de colocar imagens nos álbuns de vinil se tornou um atrativo à parte para obras de praticamente todos os artistas, como Pink Floyd, Yes, Black Sabath, Led Zeppelin, Michael Jackson, Duran Duran, Siouxie and the Banshees e até Nirvana.

São muito colecionáveis as obras com arte no vinil produzidas para a dance music e especificamente para o uso de DJs de tecno, hip hop e musica eletrônica no geral.

Mas foram as bandas de rock progressivo e heavy metal que sempre tiveram um carinho pelo formato.

Outro segmento que adotou o Picture Disc e hoje possui um verdadeiro culto de seguidores e colecionadores é de musica infantil. Desde disquinhos com historinhas narradas, passando por trilhas sonoras de filmes e desenhos animados, a disco Picture para crianças é um verdadeiro tesouro para os fãs.

O Feirão do Vinil possui uma série destas raridades disponíveis para o deleite dos amantes das artes de superfície em vinil. Venha conferir. Tudo em ótimas condições e por aquele preço camarada de sempre.

 

 

 

Folk Psicodélico do US69

By Feirão do Vinil,

 

O Folk Psicodélico do US69

 

Uma daquelas pérolas obscuras do período que pouca gente conhece e deveria de tão bom. É o único disco que conheço desses caras e, correndo o risco de estar errado, também o único que gravaram.

Adoro a palavra, mas odeio usar o termo “psicodélico” quando o assunto é musica. Afinal, pode se referir a muita coisa e, algumas sem a menor relação, englobando dos 13th Floor Elevators aos Beatles, passando por Spacemen 3 e Mercury Ver e também Steppenwolf e Iron Butterfly – até o Serguei afirma ser psicodélico. Mas, no caso do US 69 e suas viagens musicais lisérgicas, não consegui encontrar outra definição. Sendo assim, dentre as diversas formas do universo rock psicodélico, eles estão no meio termo entre o que chamavam Psychedelic Folk e Psychedelic Jazz e se enquadram na categoria de bandas como The Insect Trust, que uniam pesquisa de efeitos sonoros eletrônicos que buscavam reproduzir no ouvinte as sensações de uma viagem de ácido, conduzidas por um amálgama de gêneros como o rock, o folk e o jazz.

Eram liderados pelo guitarrista e compositor Bill Durso. O time também contava com o baterista Bill Cartier e o baixista e flautista, Gil Nelson.

Sempre tive uma curiosidade a respeito dos outros dois integrantes que completam a cozinha; os irmãos Bob e Don DePalma, ambos multi instrumentistas, ambos de formação clássica e ambos oriundos da escola do jazz. Os irmãos DePalma possuem alguma relação com o cineasta Brian? Nunca encontrei nada a respeito. Não é só por causa do sobrenome, mas também porque descobri que, depois do US 69, durante os anos 70, a dupla passou a trabalhar para a indústria cinematográfica, conduzindo sonoplastia e compondo trilhas sonoras. Se algum de meus queridos amigos e amigas sabe se são parentes ou não, gostaria de saber.

 

Curiosidades à parte, trata-se uma excelente banda e ótimo disco e recomendo. É o tipo de álbum que se deixa rolar de cabo a rabo numa tarde de sábado ou dia de folga com os amigos ou sozinho, como trilha sonora da preguiça.

Difícil escolher uma parte de um disco cuja experiência real, só é completa no todo, mas destaco “African Sunshine” e a faixa de dez minutos que encerra a obra, “2069 – A Spaced Oddity”, certamente inspirada no filme de Kubrick e na obra de Arthur C. Clark, mas seria também uma referência a David Bowie?

Grandes títulos em Laserdisc ou LD

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Grandes títulos em Laserdisc

 

Formato que inaugurou o armazenamento digital de áudio e vídeo como produto de mercado, o LD ou Laserdisc foi desenvolvido por David Paul Gregg no final da década de 1950, sendo patenteada entre 61 e 69 da década seguinte. O Disco óptico de substrato refletivo foi adotado devido às suas grandes vantagens em comparação com o transparente.

A primeira demonstração pública do novo formato foi realizada através de uma parceria entre a MCA e a Philips em 1972. Mas como mídia de distribuição de som e imagem, o Laserdisc só chegou ao mercado em 1978, dois anos após o VHS e quase quatro anos antes do primeiro CD, cuja tecnologia está diretamente ligada ao LD.

O primeiro filme disponível no formato foi o sucesso de Steven Spielberg, “Tubarão”.

O Laserdisc teve muita popularidade a partir daí, sendo muito comercializado até meados dos anos 2000, quando deixou de ser fabricado. Mas no mercado asiático, a mídia ainda sobreviveu há até bem pouco tempo atrás.

O Feirão do vinil conta com diversos títulos em LD disponíveis em suas prateleiras. De sucessos como “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, até grandes shows de artistas como U2, Madonna, Mariah Carey, Duran Duran, Michael Jackson, óperas e etc, os fãs do formato poderão se deliciar com nossos títulos. Tudo em excelentes condições e a preços muito baixos.

 

The Kinks – Curiosidades

By Feirão do Vinil,


The Kinks – Dave Davies

A Flying V de Dave Davies

Os Kinks sempre serão uma de minhas bandas prediletas e sempre rendem assunto para o colega aqui. Mas o motivo deste texto é uma guitarra. A Flying “V”usada por Dave, o caçula dos Davies.

A última vez que ela apareceu em um leilão, foi arrematada por meio milhão de dólares. Instrumentos que pertenceram a artistas de renome costumam valer muito, mas o verdadeiro motivo do valor alcançado pelo item é que, além de ter sido tocada pelo irmão caçula de Ray Davies, é também o protótipo, feito em 1959, do que seria a clássica Gibson Flying V, cujo projeto tinha sido abandonado devido ao formato pouco atraente do instrumento.


A história de como a guitarra foi parar nas mãos do mais jovem e encrenqueiro dos “safados” é ainda mais interessante. Conta a lenda, que os organizadores da primeira turnê americana deles perderam o instrumento usado por Davies e, desesperados para substituí-lo, deram dinheiro ao guitarrista e o mandaram a loja mais próxima escolher uma nova guitarra.
Apesar de o The Kinks já estar galgando o caminho do sucesso, o dinheiro do caçula Dave era controlado pelo irmão mais velho, Ray, e o empresário do grupo, logo o garoto viu uma boa oportunidade de comprar um instrumento barato e embolsar o troco para outras “coisinhas”. Na loja, insistiu que não gostara de nenhum dos instrumentos disponíveis e perguntou por aquela guitarra estranha guardando poeira no fundo da loja.
Não levando a sério, o vendedor teria dito: “Isso ai? É uma guitarra velha que ninguém quer, pois é muito feia. A única garantia que posso lhe dar é que você terá um modelo exclusivo, pois não foram fabricadas outras.” Davies imediatamente fechou negócio por alguns dólares, o valor exato, o guitarrista diz já não se lembrar e voltou feliz para o hotel para agüentar a chacota dos outros integrantes da banda. O modelo começou a ser fabricado em meados dos anos 60 e ganhou popularidade na década seguinte, empunhado por artistas de glam rock, funk e hard rock.
Não dá pra dizer até que ponto Dave Davies aparecendo em shows e programas de TV com seu protótipo, colaborou para o futuro da Flying V, mas a história é muito boa e entrou para o caderno das lendas do universo pop.
O Feirão do Vinil conta com diversos títulos dos Kinks entre LPs, Compactos, CDs e DVDs. Tudo a 5 reais cada!!!