A origem da Black Music

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Conheça as origens da Black Music

A diáspora africana não só se encarregou de espalhar negros e negras escravizados pelas colônias inglesas, espanhola, francesa, portuguesa e holandesa, nas Américas, mas também as culturas de suas variadas etnias. A música sempre fez parte da vida do africano. Para cada momento da vida havia um tipo de canção. Recordar as canções de seuspovos era uma forma tanto de não se perder o elo com a própria origem, quanto abrandar os sofrimentos da escravidão.

Foi assim que surgiram nas plantações de algodão do sul dos EUA as work songs. No Brasil, também, se ouviam cantos de trabalho nos canaviais do Nordeste, nas minerações de Minas Gerais, e em todos os locais em que havia escravizados. Fernando Mukulukusso, fundador da Academia Brasileira de Black Music, explica: “No EUA, a música negra era conhecida como race music (música da raça) e só foi batizada de black music nos anos 40, pela revista Billboard. Depois ela tomou dois rumos: o religioso, através do spiritual e, após, do gospel; e o mundano, que é o blues, pai de outras formas musicais como o rock’n’roll. Nas cidades, surge o jazz, uma maneira negra de interpretação, em que se improvisa sobre qualquer tipo de tema musical, que também tem infindáveis ramificações. Uma delas, por exemplo, é a soul music, a parte mais sensual da black music, e a mais comercial. Há também o rhythm and blues ou R&B e o original funk, com sua musicalidade e seu ritmo marcantes.”

As mais ouvidas da Bossa Nova

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A Bossa Nova é um dos mais importantes gêneros da música brasileira, que se desenvolveu e se popularizou nos anos 1950 e 60 e é hoje conhecido e apreciado no mundo inteiro. Uma fusão lírica de samba e jazz, a bossa nova adquiriu um grande número de seguidores na década de 1960, inicialmente entre jovens músicos e estudantes universitários. Os temas encontrados incluem mulheres, amor, saudade, a natureza e o melhor da juventude.

Nós sabemos que não há como escolher o melhor da Bossa Nova (levaríamos anos tentando fazer essa lista, não é?), mas aqui estão algumas das nossa canções favoritas. Aumente o som e aproveite!

 

A história do MPB

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História da MPB – Música Popular Brasileira

Podemos dizer que a MPB surgiu ainda no período colonial brasileiro, a partir da mistura de vários estilos. Entre os séculos XVI e XVIII, misturaram-se em nossa terra, as cantigas populares, os sons de origem africana, fanfarras militares, músicas religiosas e músicas eruditas europeias. Também contribuíram, neste caldeirão musical, os indígenas com seus típicos cantos e sons tribais.

Nos séculos XVIII e XIX, destacavam-se nas cidades, que estavam se desenvolvendo e aumentando demograficamente, dois ritmos musicais que marcaram a história da MPB: o lundu e a modinha. O lundu, de origem africana, possuía um forte caráter sensual e uma batida rítmica dançante. Já a modinha, de origem portuguesa, trazia a melancolia e falava de amor numa batida calma e erudita.

 

Na segunda metade do século XIX, surge o Choro ou Chorinho, a partir da mistura do lundu, da modinha e da dança de salão europeia. Em 1899, a cantora Chiquinha Gonzaga compõe a música Abre Alas, uma das mais conhecidas marchinhas carnavalescas da história.

 

Já no início do século XX começam a surgir as bases do que seria o samba. Dos morros e dos cortiços do Rio de Janeiro, começam a se misturar os batuques e rodas de capoeira com os pagodes e as batidas em homenagem aos orixás. O carnaval começa a tomar forma com a participação, principalmente de mulatos e negros ex-escravos. O ano de 1917 é um marco, pois Ernesto dos Santos, o Donga, compõe o primeiro samba que se tem notícia: Pelo Telefone. Neste mesmo ano, aparece a primeira gravação de Pixinguinha, importante cantor e compositor da MPB do início do século XIX.

Com o crescimento e popularização do rádio nas décadas de 1920 e 1930, a música popular brasileira cresce ainda mais. Nesta época inicial do rádio brasileiro, destacam-se os seguintes cantores e compositores: Ary Barroso, Lamartine Babo (criador de O teu cabelo não nega, entre outras marchinhas de carnaval), Dorival Caymmi, Lupicínio Rodrigues e Noel Rosa. Surgem também os grandes intérpretes da música popular brasileira: Carmen Miranda, Mário Reis e Francisco Alves.

 

Na década de 1940 destaca-se, no cenário musical brasileiro, Luis Gonzaga, o “rei do Baião“. Falando do cenário da seca nordestina, Luis Gonzaga faz sucesso com músicas como, por exemplo, Asa Branca e Assum Preto.

 

Enquanto o baião continuava a fazer sucesso com Luis Gonzaga e com os novos sucessos de Jackson do Pandeiro e Alvarenga e Ranchinho, ganhava corpo um novo estilo musical: o samba-canção. Com um ritmo mais calmo e orquestrado, as canções falavam  principalmente de amor. Destacam-se neste contexto musical: Dolores Duran, Antônio Maria, Marlene, Emilinha Borba, Dalva de Oliveira, Angela Maria e Caubi Peixoto.

 

Em fins dos anos 50 (década de 1950), surge a Bossa Nova, um estilo sofisticado e suave. Destaca-se Elizeth Cardoso, Tom Jobim e João Gilberto. A Bossa Nova leva as belezas brasileiras para o exterior, fazendo grande sucesso, principalmente nos Estados Unidos.

 

A televisão começou a se popularizar em meados da década de 1960, influenciando na música. Nesta época, a TV Record organizou o Festival de Música Popular Brasileira. Nestes festivais são lançados Milton Nascimento, Elis Regina, Chico Buarque de Holanda, Caetano Veloso e Edu Lobo. Neste mesmo período, a TV Record lança o programa musical Jovem Guarda, onde despontam os cantores Roberto Carlos e Erasmo Carlos e a cantora Wanderléa.

 

Na década de 1970, vários músicos começam a fazer sucesso nos quatro cantos do país. Nara Leão grava músicas de Cartola e Nelson do Cavaquinho. Vindas da Bahia, Gal Costa e Maria Bethânia fazem sucesso nas grandes cidades. O mesmo acontece com DJavan (vindo de Alagoas), Fafá de Belém (vinda do Pará), Clara Nunes (de Minas Gerais), Belchior e Fagner (ambos do Ceará), Alceu Valença (de Pernambuco) e Elba Ramalho (da Paraíba). No cenário do rock brasileiro destacam-se Raul Seixas e Rita Lee. No cenário funk aparecem Tim Maia e Jorge Ben Jor.

Outros caminhos da música brasileira

Nas décadas de 1980 e 1990 começam a fazer sucesso novos estilos musicais, que recebiam fortes influências do exterior. São as décadas do rock, do punk e da new wave. O show Rock in Rio, do início dos anos 80, serviu para impulsionar o rock nacional. Com uma temática fortemente urbana e tratando de temas sociais, juvenis e amorosos, surgem várias bandas musicais. É deste período o grupo Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Titãs, Kid Abelha, RPM, Plebe Rude, Ultraje a Rigor, Capital Inicial, Engenheiros do Hawaii, Ira! e Barão Vermelho. Também fazem sucesso: Cazuza, Rita Lee, Lulu Santos, Marina Lima, Lobão, Cássia Eller, Zeca Pagodinho e Raul Seixas.

Os anos 90 também são marcados pelo crescimento e sucesso da música sertaneja ou country. Neste contexto, com um forte caráter romântico, despontam no cenário musical: Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano, Leandro e Leonardo e João Paulo e Daniel.

Nesta época, no cenário rap destacam-se: Gabriel, o Pensador, O Rappa, Planet Hemp, Racionais MCs e Pavilhão 9.

O século XXI começa com o sucesso de grupos de rock com temáticas voltadas para o público jovem e adolescente. São exemplos: Charlie Brown Jr, Skank, Detonautas e CPM 22.

 

Você sabia?

– É comemorado em 27 de setembro o Dia da MPB.

– Todo ano, é comemorado em 1 de outubro o Dia Mundial da Música.

A história da Bossa Nova

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Durante a década de 50, o Brasil vivia a euforia do crescimento econômico gerado após a Segunda Guerra Mundial. Com base na onda de otimismo dos “Anos Dourados”, um grupo de jovens músicos e compositores de classe média alta do Rio de Janeiro começou a buscar algo realmente novo e que fosse capaz de fugir do estilo operístico que dominava a música brasileira. Estes artistas acreditavam que o Brasil poderia influenciar o mundo com sua cultura, por isso, o novo movimento visava a internacionalização da música brasileira.

Para a maioria dos críticos, a Bossa Nova se iniciou oficialmente em 1958, com um compacto simples do violonista baiano João Gilberto. Um ano depois, o músico lançou seu primeiro LP, “Chega de saudade”, que marcou definitivamente a presença do estilo musical no cenário brasileiro. Grande parte das músicas do LP era proveniente da parceria entre Tom Jobim e Vinícius de Moraes. A dupla compôs “Garota de Ipanema”, que é, sem dúvida, uma das mais importantes canções da história da música brasileira. Para se ter uma ideia, a mesma foi considerada em 2005, pela Biblioteca do Congresso norte-americano, como uma das 50 grandes obras musicais da humanidade.

A Bossa Nova foi consagrada internacionalmente no ano de 1962, em um histórico concerto no Carnegie Hall de Nova Iorque, no qual participaram Tom Jobim, João Gilberto, Oscar Castro Neves, Agostinho dos Santos, Luiz Bonfá, Carlos Lyra, entre outros artistas.

A Bossa Nova tem como características principais o desenvolvimento do canto-falado, ao invés da valorização da “grande voz”, e a marcante influência do jazz norte-americano. Esta influência, inclusive, foi criticada posteriormente por alguns artistas. Em meados da década de 1960, um grupo formado por Marcos Valle, Dori Caymmi, Edu Lobo e Francis Hime procurou reaproximar a Bossa Nova ao samba, ao baião e ao xote nordestino.

Com as mudanças políticas causadas pelo Golpe Militar de 1964, as canções começaram a trazer temas sociais. Desta forma, a música se transformou em um claro instrumento de contestação política da classe média carioca, um símbolo de resistência à repressão instaurada pela ditadura. Era o início da MPB, a moderna música popular brasileira. De fato, o movimento que originou a Bossa Nova se findou em 1966, entretanto, seu fim cronológico não significou a extinção estética do estilo musical, o qual serviu de referência para inúmeras gerações de artistas.

 

Fotos Feira do Vinil

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Contrariando a declarada morte dos formatos físicos, o DVD ainda resiste.

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Contrariando a declarada morte dos formatos físicos, o DVD ainda resiste.

Diversos títulos, originais e em bom estado, por apenas 5 reais no Feirão do Vinil na Quintino Bocaiuva.

O formato que definitivamente aposentou o VHS ainda reina soberano em muitos lares como a maneira mais confortável para assistir a filmes e ver apresentações ao vivo de seus artistas prediletos na comodidade de seu lar. Mesmo na era do streeming.
Da sigla de “Digital Video Disc” (em português, Disco Digital de Video) derivada da expressão inglesa “Digital Versatile Disc”, (em português, Disco Digital Versátil) é um formato digital para arquivar ou guardar dados, som e voz, tendo uma maior capacidade de armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões melhorados de compressão de dados, sendo criado no ano de 1995 e reinou soberano até recentemente.


Embora os DVDs tenham perdido muito do seu público com a popularidade de internet e a chegada no mercado de sites como o Netflix, o formato ainda desperta paixões e possui fãs que fazem questão de ter o chado “disco físico” em casa.
Para estes, o Feirão do Vinil representa um passeio obrigatório, trazendo em seu acervo cerca de 10 mil títulos em DVD. Tudo por 5 reais a peça.

Trilhas sonoras de novelas

By Feirão do Vinil,

 

Trilhas sonoras de novelas

O Feirão do Vinil da Quintino Bocaiuva oferece as canções que embalaram a teledramaturgia brasileira a preços baixíssimos.

 

A imensa popularidade da teledramaturgia brasileira é fato desde o início da televisão no Brasil. Já as trilhas sonoras que embalam as tramas que invadem as casas dos brasileiros todas as noites há mais de 60 anos ganharam um sabor adicional com o passar dos anos. Se antes eram sucesso de venda espetacular durante o período em que a novela estava no ar para, logo em seguida, se tornarem peça de promoção em lojas de discos e supermercados, hoje se tornou objeto de desejo, chegando a alcançar preços inacreditáveis para colecionadores.

Vinis com as canções tema de personagens inesquecíveis e historias de amor e ódio protagonizadas por alguns dos mais importantes atores e atrizes do Brasil costumam chamar atenção por vários motivos. Para muita gente há faixas que foram gravadas exclusivamente para a novela e só podem ser encontrada naquele vinil específico. Para outros as trilhas funcionam como uma máquina do tempo para transportar de volta aqueles dias em que a novela era exibida. Também há aqueles que nem eram nascidos quando o drama foi ao ar, mas tem nas trilhas objeto exclusivo de seu interesse.

Para todos estes colecionadores, o Feirão do Vinil da Quintino Bocaiuva oferece um acervo de dar água na boca e fazer lamber os lábios. Tudo por 5 reais a peça. Lá é possível encontrar exemplares de clássicos como Pai Herói, Partido Alto, Saramandaia, Jogo da Vida, A Gata Comeu, Vamp e uma infinidade de outros títulos. Basta a disposição para vasculhar entre as pilhas de discos, de um acervo de cerca de 30 mil LPs.

 

CDs de todos os gêneros e artistas a 5 reais cada

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Feirão do Vinil oferece acervo de 10 mil CDs

O CD – abreviação de Compact Disc –, embora viva momento de pouca popularidade, ainda guarda muito de seu charme e angaria fãs e colecionadores mundo afora. Desenvolvido em meados do final dos anos 1970, começou a ser comercializado por volta de 1982.

O formato foi originalmente desenvolvido com o propósito de armazenar e tocar apenas músicas, mas posteriormente foi adaptado para o armazenamento de dados (CD-ROM).

A verdadeira explosão comercial do formato aconteceu a partir do final da década de 1980 e início da década de 1990. O Compact Disc forneceu maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, chegando a fazer com que muitos acreditassem que os discos de vinil poderiam ser considerados obsoletos – a indústria chegou a aposentar o formato.

Pelo menos durante os anos 90, os CDs reinaram absolutos como principal formato para comercialização e divulgação de música, fazendo com que muitos dos álbuns produzidos naquela época só possam ser encontrados no formato CD.

Para os fãs de CDs, o Feirão do Vinil possui um acervo de dar água na boca, incluindo títulos populares, raros, gravações ao vivo e reedições de álbuns clássicos, além daquelas apaixonantes versões com Bonus tracks. São cerca de 10 CDs nos mais diversos estilos e dos mais variados artistas. Tudo por 5 reais a peça.

 

 

 

Feirão do Vinil oferece excelentes preços aos colecionadores de compactos.

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Feirão do Vinil oferece excelentes preços aos colecionadores de compactos.

Milhares de títulos, dos mais variados gêneros e artistas, a 5 reais

O famoso single ou compacto simples representa um dos mais importantes formatos criados pela industria da música para divulgar artistas e popularizar suas canções. A principio eram utilizados para divulgar a musica ou promover um álbum junto às rádios, mas, com o tempo, devido ao preço, passou a ganhar o mercado e às lojas de discos.

Com 7 polegadas de diâmetro (ou 17 cm), eles são discos menores e mais baratos que o LPs convencionais, servindo assim como alternativa ao LP quando uma gravadora queria gravar uma única música, em vez de um álbum completo. Desta forma, eles normalmente servem como um aperitivo para o álbum de trabalho da banda e contêm músicas raras, ao vivo, b-sides, remixes.

“Texarkana Baby”, de Eddy Arnold, entrou para a história como o primeiro Compacto Simples da história. Foi lançado no mercado no dia 31 de março de 1949, quando a gravadora RCA Victor ainda apostava nos EUA um Disco de vinil de 7 polegadas e 45 rotações por minuto, mas estava disposta a abrir mão de novos formatos.

De lá pra cá, os compactos se tornaram muito populares e objeto de desejo de milhares de colecionadores de música mundo afora, alguns, mas raros, alcançando preços surpreendentes em leilões.

O Feirão do vinil possui em seu acervo cerca de 5 mil compactos simples, tudo com preços a partir de 5 reais. Não só para os aficionados em musica, mas também para os apaixonados pelo formato, uma visita é indispensável.